Peaky Blinders: O Homem Imortal estreou na Netflix em março de 2026 e marcou o fim da saga dos Shelby. Portanto, prepare-se: esta resenha contém spoilers pesados. Além disso, o título em português (“O Homem Imortal”) mantém o mistério do original The Immortal Man. No entanto, muitos fãs, incluindo eu, acham que “A Extinção dos Shelby” seria mais adequado. Afinal, o filme acelera o adeus a vários personagens icônicos.

Por Que o Ritmo Pareceu Tão Corrido?

Primeiro, a trama principal se passa em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial. Tommy Shelby retorna do exílio para salvar seu filho Duke (Barry Keoghan) de um complô nazista. No entanto, o enredo condensa eventos que caberiam facilmente em uma sétima temporada com 5 ou 6 episódios. Por exemplo, há bombardeios, fascistas britânicos e missões secretas. Contudo, tudo avança rápido demais. Assim, o filme perde a profundidade que tornou a série famosa. Em resumo, parece que a produção quis encerrar a história de forma definitiva, mas sem dar tempo aos momentos emocionais.

As Mortes que Decepcionaram os Fãs

A Morte de Arthur Shelby

Inicialmente, Arthur aparece como suicida. Porém, a revelação chocante vem depois: Tommy o matou em uma briga alcoolizada dentro do carro. Tommy, o eterno protetor da família, vira assassino do próprio irmão. Essa escolha contradiz anos de lealdade. Portanto, a cena perde impacto emocional e gera revolta. Muitos esperavam mais tensão e desenvolvimento.

O Fim Brusco de Ada

Ada surge brevemente como deputada no Parlamento. Logo em seguida, fascistas a executam na rua. Não há build-up, luta ou drama prolongado. Ela simplesmente morre, e Tommy descobre pelo fantasma dela. Assim, a morte parece descartável. Além disso, isso reforça a sensação de que o filme elimina personagens para acelerar o clímax.

O Destino de Thomas Shelby: Um Final Apagado?

Tommy Shelby, interpretado brilhantemente por Cillian Murphy, merecia mais. Ele enfrenta nazistas, traições e seu legado. No final, ele pede ao filho Duke para matá-lo. Duke atira, e Tommy morre em paz, com cinzas ao vento. A cena icônica dele no cavalo, tratado como um deus na cidade bombardeada, brilha. No entanto, o restante do arco parece corrido e sem brilho. Apesar disso, a performance de Murphy eleva tudo. Ele carrega o filme sozinho.

O Legado dos Shelby e o Futuro com Duke

Após 13 anos de história (série + filme), o legado de Tommy chega ao fim. Todos os irmãos Shelby se reúnem na morte. A Netflix pode continuar com Duke nos anos 1950. Contudo, o personagem falta carisma para carregar a franquia sozinho. Portanto, o futuro parece incerto.

Nota Final e Considerações

Em geral, o filme desperdiçou um potencial enorme. A série entregou tensão, diálogos afiados e reviravoltas. Já o filme parece apressado para fechar ciclos. Nota geral: 2,5/5. Porém, Thomas Shelby em si merece 5/5 pela atuação impecável de Cillian Murphy.

E você, o que achou de Peaky Blinders: O Homem Imortal? Deixe nos comentários sua opinião sobre as mortes, o final de Tommy ou se Duke merece spin-off. Curta, compartilhe e se inscreva para mais resenhas de séries e filmes!

23 de março de 2026
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