
Estreou lá na Netflix o filme The Electric State e tem muita gente reclamando dele. Será que ele é tão ruim assim?
Primeiro a gente já começa com o elenco. Ele tá de peso, tem muita gente famosa, inclusive esse filme foi dirigido pelos irmãos Russo.

Se ele fosse um filme de baixo orçamento, tenho certeza que não teríamos tantas reclamações. Só que a Netflix gastou aqui trezentos e vinte milhões de dólares. No IMDb, no momento, temos nota seis para esse filme que é condizente com ele. Já no Rotten Tomatoes, os críticos deram treze por cento. Isso tá totalmente fora da realidade, quando a gente vê que o público deu setenta cinco por cento.

A história desse filme gira em torno da personagem da Millie Bobby Brown. O irmão dela some e aparece esse robozinho dizendo ser ele. E aqui a história desses robôs ganharia o mundo se esse valor todo gasto nesse filme tivesse sido aproveitado do jeito certo.

Os robôs e humanos entram em guerra porque os robôs querem se libertar. Eles são praticamente escravos. E com a ajuda do personagem do Chris Pratt, a Michelle, junto com os robôs, vão tentar encontrar o irmão dela, mas vai ter um vilão tentando impedir isso.
E aqui eu tenho que concordar com os críticos. A história tinha tudo pra ser sensacional, mas ficou parecendo uma sessão da tarde.
A Millie Bobby Brown não tá dando sorte porque ela tá trabalhando em produções grandiosas da Netflix, mas é sempre lembrada somente pela Onze do Stranger Things.
Resumindo, The Electric State é um filme bacana pra se passar o tempo, mas não te surpreende em nada a história.